quinta-feira, 15 de setembro de 2011

investigação da ação

Crise global: a guerra de classe global


Dois anos se passaram a intensificação da crise global, com 30 anos de neoliberalismo e da economia global continua a cair. Somente o Federal Reserve dos Estados Unidos gastou mais de US $ 16 bilhões para o resgate, mais de 100% da riqueza produzida pela economia em um ano (PIB). O resultado foi uma brutal concentração econômica no país que se orgulha de ser o campeão da "democracia" e "igualdade de oportunidades" de modo que agora a população 1% mais rico concentra cerca de 40% do riqueza total, enquanto 25 anos mais ricos dos 12% controlada de 33%. Esta concentração brutal tem sua contrapartida na desempregados (10% da população economicamente ativa) na perda de poder de compra e os arrestos de casas enormes na América.

Lucros de resgate capitalista tem sido a prioridade para todos os governos ao redor do mundo, enquanto que para as pessoas é a pobreza, desemprego, queda dos salários reais, desapropriação de pensão e perda de direitos trabalhistas e sociais. E para o planeta, a devastação ecológica, a extinção de espécies, aquecimento global e esgotamento de recursos (água, florestas, gás, minerais) pela exploração irracional.

As políticas económicas deste modelo econômico já não servem, até mesmo para estimular o crescimento. A previsão diz que será mais de duas décadas de crise econômica (muito parecido com o que aconteceu com ocrash de 1929 ea depressão dos anos trinta). Assim, não houve redução nas taxas de juros para estimular o aumento de investimento ou gastos para estimular o consumo ou construção de infra-estrutura. Nenhuma recuperação de empregos perdidos com a crise e, enquanto isso não acontecer, o consumo ea produção não vai se recuperar. Há salvamentos, mas não resgatar as pessoas. A opção militar é uma realidade para muitos governos, é contra o seu povo ou contra outras nações, o espectro das guerras mundiais para "aliviar" o capitalismo está presente nas mentes das oligarquias global.

A decadência social se acelerou, o perdedor, sempre excluídos do banquete financeiro, deve pagar o peso da ganância da classe média global. A redução dos gastos públicos, especialmente os gastos sociais (educação, habitação,água,saneamento, segurança social, saúde, etc) é constante em todo o planeta. Em vez de forçar para cima e para pagar impostos, para reduzir a riqueza de funcionários e políticos (na UE de 60% dos senadores são milionários com uma riqueza média de US $ 4 milhões, enquanto a riqueza média de um cidadão é de 25 mil dólares), de nacionalizar empresas-chave para garantir a estabilidade um pouco mais, assim como a Venezuela com a mineração de ouro, por exemplo, aumentar os impostos para os pobres e as tarifas para bens e serviços como água, gás, electricidade, gasolina, transporte, e eliminou o direito à pensão e aposentadoria privatização de empresas públicas passado, e assim por diante. Isso faz parte de uma grande ofensiva do capitalismo global para se apropriar uma parcela maior de lucros à custa da nossa qualidade de vida. Algo que pode ser entendido como uma guerra de classes verdade global: um grande negócio, agarrado a seu lucro, exigindo dos governos a implementar medidas de "ajuste" contra o povo.

Raiva, frustração e ressentimento crescer e expressar-se em manifestações em todo o mundo. Desempregados, famintos, excluídos de todos os direitos sociais, contra um punhado de milionários, que afirmam bens e novas tecnologias difíceis de adquirir. Espectador sociedade, alienada pelo consumo de ficção e bem-estar está dando à luz a uma aldeia onde os mais rebeldes, mais organizado, e gera processos interessantes de transformação, como os estudantes indignados espanhóis e chilenos, por exemplo. Nesta nova fase da luta de classes não está claro para onde você pode acessar as pessoas, mas é significativo que, mesmo nos países onde os gorilas sofreram os gostos de Pinochet ou Franco, as pessoas se levantar e desafiar o terror do capitalismo tentativa de açougueiro da disciplina.

Mais e mais pessoas vão se juntar à batalha contra os planos do capital. Nossa hora chegou, o mundo indignado deve lutar, unir, defender, e em conjunto, a construção de alternativas.



CNJ vai apurar irregularidades de juíza

Quarta-Feira, 14/09/2011, 07:56:33
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Na manhã desta quinta-feira (15), às 9h, na Estação das Docas, o Governo do Estado deve discutir importantes medidas relacionadas à implantação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos Profissionais da Educação Básica (PCCR). Num encontro com cerca de mil servidores da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a maioria formada por professores, o governador Simão Jatene irá, juntamente com os secretários Nilson Pinto, da Secretaria Especial de Promoção Social, Cláudio Ribeiro, secretário de Estado de Educação (Seduc) e Alice Viana, secretária de Estado de Administração, esclarecer as dúvidas sobre o Plano e discutir outros temas importantes.

Aperfeiçoamento profissional e contínuo; a valorização dos profissionais da educação básica; a percepção da remuneração digna; a melhoria do desempenho profissional e da qualidade de ensino prestada à população do Estado. Esse são o conjunto que formam o objetivo do PCCR, instituído pela Lei nº 7.442 de 2 de julho de 2010.

O atual governo deve fazer um balanço sobre as medidas tomadas desde janeiro deste ano, quando foi designada uma equipe técnica integrada pela Seduc e Sead para realizar estudos, no prazo de 90 dias, quanto à viabilidade técnica, jurídica e financeira da implantação do PCCR. Para quem não sabe, a Lei nº 7.442 foi promulgada em 2010, mas até dezembro do mesmo ano não havia sido tomada qualquer providência para a sua implantação.

Nos problemas identificados que impossibilitaram, de imediato, a implantação do PCCR, estavam a não criação de comissões e prazos não cumpridos anteriormente, problemas de ordem técnica como adequação do texto de alguns dispositivos, omissão do cargo de técnico em Educação e dispositivo em desacordo com a norma constitucional (gratificação do Sistema de Ensino Modular), cadastro funcional de recursos humanos desatualizado, informação necessária para o enquadramento e finalmente, não houve previsão orçamentária para o financiamento da despesa com a implantação do PCCR nos exercícios 2010/2011. Os

recursos atuais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) estão comprometidos 96% apenas com pagamento de pessoal.

Para que seja implantado, Sepros, Seduc e Sead criaram as condições técnicas, administrativas e legais necessárias para que o Governo programasse preliminarmente, para o mês de outubro de 2011 a possível implantação do PCCR. Detalhes da publicação do do Decreto nº 189, de 9 de setembro de 2011, que regulamenta o enquadramento dos profissionais em Educação Básica de que trata a Lei 7.442, que dispõe sobre o PCCR será também apresentado aos professores na Estação das Docas.

Depois do setor de educação esperamos que seja marcada audiencias com outras categorias e seus PCCr. pois faltam mais tres anos para terminar o governo (2012,2013,2014).Está na hora dos sindicatos que pagamos todo mês contribuições, organizem e mobilizem os trabalhadores para melhorias de condições de vida dos funcionários.

A juíza titular da 5ª Vara Cível de Belém, Vera de Souza, vai finalmente ser investigada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela é suspeita de ter autorizado a liberação de bloqueio de R$ 2,3 bilhões do Banco do Brasil colocado à disposição da Justiça para pagamento a uma ação com suspeita de fraude. O plenário do CNJ decidiu, ontem, abrir sindicância para apurar eventuais irregularidades cometidas pela magistrada. A decisão tomada pelo CNJ determina também que se oficie o Ministério Público do Estado do Pará para acompanhar a apuração dos fatos.

Em dezembro de 2010, após o Banco do Brasil recorrer ao CNJ contra a decisão da juíza, a corregedora Eliana Calmon concedeu liminar suspendendo o bloqueio, com base em documentos que apontavam indícios de que o possível saque ou transferência da quantia bilionária favoreceria uma quadrilha interestadual especializada em golpes contra instituições bancárias.

O montante de recursos foi colocado à disposição da Justiça por conta de uma ação de usucapião de dinheiro supostamente existente em conta corrente de um particular. O montante teria sido depositado na conta de Francisco Nunes Pereira sem que fosse identificada a fonte depositária.

Na ação interposta por Francisco, ele alegava que o dinheiro teria permanecido em sua conta por mais de cinco anos, e por isso ele teria direito adquirido. O Banco do Brasil, no entanto, detectou indícios de fraude no processo ajuizado por Francisco Nunes. Em fevereiro deste ano, Francisco foi preso junto com outros acusados de fraude. Leia mais no Diário do Pará.

JOGO DE CENA NA aSSEMBLEIA LEGISLATIVA DA TAPIOCA

Alepa faz economia de papel e cartucho de tinta


As consequências dos desvios de recursos na Assembléia Legislativa do Pará (Alepa) começaram a ressoar no plenário com reclamações de falta de papel e cartucho de tinta. A mesa alegou ter tomado as rédeas da movimentação do estoque. A falta de papel já vinha atingindo o plenário há mais de uma semana, inclusive para atos da mesa. Nos corredores, a reclamação também é de falta de outros materiais de expediente e de problemas nos computadores dos gabinetes.


O deputado Martinho Carmona (PMDB) levou a reclamação à tribuna. Ele disse que seu gabinete estava sem papel e sem tinta. Por isso, cobrou providências do presidente, deputado Manoel Pioneiro (PSDB). O presidente alegou que está enfrentando dificuldades para efetuar as compras porque a modalidade de pregão não foi bem aceita e, agora, se voltou às licitações. Ele também justificou que está tentando se cercar de medidas administrativas legais para que, mais tarde, não seja acusado de desviar recursos.


Ordenadora de despesas da Alepa por ser a primeira secretária da mesa diretora, a deputada Simone Morgado (PMDB) foi mais incisiva e respondeu à Carmona que está com grande dificuldade de controlar o estoque de material. 'Tem deputado reclamando. Não vou mais autorizar enquanto não tiver controle. Foram pagas 600 caixas de papel. Assinei cheques', disse sobre as autorizações para remessa de papel aos gabinetes.


Pioneiro reforçou que 'antigamente se pagava tudo o que viesse, agora não'. Ele prometeu parar a casa se for preciso para, primeiro, se certificar de que as medidas que deve adotar administrativamente são lícitas.

obs: COMO NÃO TEM PROJETOS PARA APRESENTAR ARMAM UMAS CENAS NO CENÁRIO OU PLENARIO PARA DIZER QUE ESTÃO PREOCUPADOS COM O CONTROLE DAS LICITAÇÕES, ESPERTOS HIPOCRITAS, JOGAM LUZES DE FUMAÇAS PARA DEPOIS CONTINUAREM DESVIANDO OS DINHEIROS PARA AS EMPRESAS DOS AMIGOS E FAMILLIARES, POIS TEM CONSCIENCIA QUE NADA DE CONFISCO ACONTECERAR COM ELES. pORQUE AINDA NÃO CONFISCARAM OS BENS DOS ENVOLVIDOS, A RESPOSTA É PORQUE SÃO PARENTES DE POLITICOS QUE TEM CARGOS NA ALEPA, RECURSOS DESVIADOS COM OS FUNCIONÁRIOS FANTASMAS.

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