Condicionar atendimento médico-hospitalar emergencial a qualquer garantia, como o cheque caução, está mais perto de se tornar crime.
A Câmara aprovou nesta quarta-feira projeto de lei que estabelece detenção de três meses a um ano, além de multa, para o estabelecimento médico-hospitalar que exigir cheque caução, nota promissória ou qualquer outra garantia para realizar o atendimento de emergência.
Também fica proibido determinar preenchimento de formulários administrativos antes do socorro. As medidas valem para hospitais públicos e privados. A proposta, que muda o Código Penal, segue para análise do Senado.
Pela proposta, a pena será aumentada até o dobro se a recusa ao atendimento resultar lesão corporal de natureza grave, e até o triplo, se provocar a morte. Os hospitais também terão que exibir cartazes informando que é crime exigir garantias para prestar serviços de emergência.
Atualmente, a cobrança do cheque caução já pode ser questionada com base no crime de omissão de socorro, mas a nova redação dará mais segurança aos pacientes, além de prever punições mais duras aos hospitais que insistirem na cobrança de garantias.
O projeto foi encaminhado ao Congresso pelo Executivo após a morte de Duvanier Ferreira, secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, que sofreu um infarto. Ele procurou dois hospitais particulares de Brasília, mas não portava talão de cheque nem a carteira do plano de saúde e, diz a família, teve atendimento negado.
Diante do falecimento do assessor, a presidente Dilma Rousseff determinou que o governo tratasse de evitar novas vítimas por omissão. Se for aprovado, o projeto deve ser chamado de "Lei Duvanier".
] Complete a frase: poligamia é:
] Complete a frase: poligamia é:
a)um estilo de vida
b)o resultado prático de alguém cheio de amor pra dar
c)uma opção religiosa
d)todas as anteriores
Resposta certa: d.
Esta é a vida de Joe Darger, 43, alegre marido das gêmeas Vicki e Valerie, 42, e da prima delas, Alina. Isso, um marido para três mulheres. Os três vivem juntos em Salt Lake City, no Estado americano de Utah, e, dizem, não há lugar para ciúmes entre eles.
Os Darger são mórmons fundamentalistas, religião da qual alguns adeptos praticam a poligamia. Para estes mórmons, as três mulheres são igualmente casadas com Joe. Contudo, mesmo os mórmons consideram o assunto poligamia algo controverso.
Seja como for, a vida de Joe, dono de uma empresa de construção, é pedreira. Toda noite, ele dorme um pouco em cada uma das três camas de suas parceiras.
Não termina aí a fartura: até a publicação desta história, o quarteto contabilizava 24 filhos. Aí vem a parte que pode soar inconcebível para alguns: Joe tem nada mais nada menos que DUAS SOGRAS!
Corajoso.
+ CANAISUm blog no site da revista Forbes vem provocando discussão na mídia americana e mundial. Mantido pela empresa Narrative Science, ele divulga, todos os dias, dezenas de análises de ações negociadas nas bolsas americanas. Os textos do blog são inteiramente escritos por um software de inteligência artificial, sem interferência humana. E não é fácil distinguir esses textos de outros similares, produzidos por humanos.
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O blog da Narrative Science na Forbes começou a ser publicado em outubro do ano passado. É o exemplo mais conhecido de uma tendência que vem ganhando força nos Estados Unidos e que deve se alastrar nos próximos anos. Sistemas de inteligência artificial também já produzem noticiário esportivo, matérias sobre restaurantes e análises do desempenho de candidatos à presidência americana nas redes sociais, por exemplo.
A Narrative Science nasceu de um trabalho acadêmico na universidade Northwestern, em Evanston, cerca de 40 quilômetros ao norte de Chicago. Lá, uma equipe que reunia jornalistas e engenheiros criou um software capaz de narrar partidas de beisebol. Em 2010, eles montaram a empresa para desenvolver e comercializar seu invento.
O sistema escreve notícias e relatórios que seguem uma estrutura fixa, sempre com base em dados disponíveis na forma de números ou textos (o computador ainda não aprendeu a fazer entrevistas, é claro). A matéria-prima podem ser informações das bolsas de valores, de sites especializados, do Twitter e de apps para smartphone onde a torcida pode comentar um jogo, por exemplo. O software analisa os dados, determina o que é importante e transforma isso em texto seguindo fórmulas pré-configuradas.
Estilos variados
Quando a Narrative Science fecha um contrato com um novo cliente, um grupo de meta-redatores configura o software para que siga os padrões de texto desse cliente. A equipe leva em conta as preferências do público leitor. Nos esportes, por exemplo, há mais ênfase às boas jogadas do que aos erros cometidos pelos jogadores. Cada texto procura seguir o estilo usual do tema. Assim, as palavras empregadas numa notícia sobre beisebol são diferentes daquelas usadas num texto sobre finanças.
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Obama se diz a favor do casamento
] O presidente americano, Barack Obama, declarou nesta quarta-feira ser pessoalmente a favor do casamento gay, um dia após um referendo na Carolina do Norte inserir na legislação local uma emenda proibindo uniões entre pessoas de mesmo sexo m Estado.
Obama fez a declaração em uma entrevista ao canal de TV ABC, que irá ao ar nesta quinta-feira.
"Eu penso que os casais de pessoas de mesmo sexo deveriam poder se casar", disse.
Obama nunca havia apoiado abertamente o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Quando questionado sobre o tema, disse que sua visão estava "evoluindo". O assunto ainda é tabu nas eleições americanas, bastante polarizadas ente setores moderados e conservadores, representado sobretudo pelo grupo republicano Tea Party.
Na entrevista, ao programa Good Morning America, Obama disse que sempre defendeu que "os gays e as lésbicas americanas fossem tratados com Justiça".
Obama disse que tem conversado com "amigos e familiares" sobre o tema, sobretudo ao observar membros de sua equipe "incrivelmente comprometidos em relações monogâmicas, relações de pessoas de mesmo sexo".
A declaração deve fazer o tema ganhar força na campanha eleitoral. A seis meses da eleição - e com outros referendos sobre o mesmo tema agendados em outros Estados da federação -, críticos acusavam Obama de querer ganhar o apoio dos dois lados ao não se pronunciar claramente sobre o assunto.
Na terça-feira, a Carolina do Norte confirmou sua posição como sendo o 31º Estado a definir o casamento como "a união entre um homem e uma mulher", sem permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo ou sequer a união civil.
A medida foi aprovada em referendo por 58% a a favor e 42% contra, com alto comparecimento, apesar do apoio de figuras de peso, como o ex-presidente Bill Clinton, ao casamento gay.
Antes de se pronunciar sobre o casamento gay, Obama já havia conseguido derrubar a regra do "Não pergunte, não conte" (Don't ask, don't tell), que requeria que militares gays servindo nas Forças Armadas mantivessem o silêncio sobre suas preferências sexuais.
Conservadorismo
No dividido cenário político americano, agradar liberais e conservadores em temas sociais tem se tornado cada vez mais difícil. Inclusive dentro do Partido Republicano, tradicionalmente mais conservador, as últimas eleições têm visto a substituição de moderados do partido por figuras mais linha-dura.
As divergências entre moderados e conservadores fazem com que o quadro dos direitos homossexuais varie entre os diferentes Estados americanos.
Atualmente, o casamento gay é permitido em nove estados, sendo que sete se situam no Nordeste do país. Em outros dez é permitida a união civil ou as chamadas "parcerias domésticas" entre pessoas do mesmo sexo.
No sudeste americano, nenhum Estado permite qualquer um desses cenários. No meio-oeste, apenas três permitem um dos dois sistemas.
Comentando a derrota no referendo da Carolina do Norte, a organização Human Rights Campaign, favorável ao casamento gay, disse que o resultado foi "um revés temporário para o nosso movimento", mas isso não desfaz o "progresso tremendo e o crescente apoio (à causa) em todo o país".
Segundo a ONG, em 2004, emendas contra o casamento gay costumavam contar com uma base de apoio que ultrapassava 70% dos eleitores. Quatro anos depois, esse apoio já havia caído para a casa dos 50%.
"O apoio a emendas proibindo casais comprometidos, do mesmo sexo, de se casar tem diminuído nos últimos anos, enquanto o apoio para a igualdade no casamento continua a aumentar em termos nacionais."
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