A população estimada do Brasil é de 201.032.714 habitantes, de acordo com os dados mais recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), referentes a junho deste ano. De acordo com os dados projetados pelo instituto, há 1.790.252 habitantes a mais do que o estimado para 2012. Os dados foram publicados nesta quinta-feira (29) no Diário Oficial da União.
Na resolução, o IBGE divulgou as estimativas de população para os 26 Estados mais o Distrito Federal e para os mais de 5.000 municípios do país. Os números são levantados segundo estimativas baseadas no Censo 2010.
São Paulo é o Estado mais populoso do país, com 43,6 milhões de habitantes, seguido por Minas Gerais com 20,5 milhões de residentes e Rio de Janeiro com 16,3 milhões de pessoas.
A Bahia registra 15 milhões de habitantes, o Rio Grande do Sul 11,1 milhões e o Paraná, 10,9 milhões de residentes. Em seguida aparecem Pernambuco com 9,21 milhões de habitantes, Ceará com 8,78 milhões, Pará com 7,97 milhões, Maranhão com 6,79 milhões, Santa Catarina com 6,63 milhões e Goiás com 6,43 milhões.
POPULAÇÃO TOTAL - 2000/2060
| 2010 | 195.497.797 |
| 2020 | 212.077.375 |
| 2030 | 223.126.917 |
| 2040 | 228.153.204 |
| 2050 | 226.347.688 |
| 2060 | 218.173.888 |
- Fonte: IBGE
Com menos de cinco milhões de habitantes, estão Paraíba (3,91 milhões), Espírito Santo (3,84 milhões), Amazonas (3,81 milhões), Rio Grande do Norte (3,37 milhões), Alagoas (3,3 milhões), Piauí (3,18 milhões), Mato Grosso (3,18 milhões), Distrito Federal (2,79 milhões), Mato Grosso do Sul (2,59 milhões), Sergipe (2,19 milhões), Rondônia (1,73 milhão) e Tocantins (1,48 milhão).
A região Norte tem três Estados com menos de 1 milhão de habitantes. Roraima é o menos populoso, com 488 mil habitantes. O Acre tem 776,5 mil habitantes e o Amapá, 735 mil.
A projeção da população tem como objetivo atender a lei 8.443, de 16 de julho de 1992, que dispõe sobre a Lei Orgânica do TCU (Tribunal de Contas da União). A lei determina a divulgação dos números pelo governo federal para que o TCU possa, por exemplo, efetuar e fiscalizar o cálculo das quotas referentes aos fundos de participações dos Estados e municípios.
Assinada pela presidente do IBGE, Wasmália Socorro Barata Bivar, a resolução está sendo publicada em decorrência de decisão judicial.
EXPECTATIVA DE VIDA AO NASCER - 2000/2060
| 2000 | 69,8 anos |
| 2010 | 73,9 anos |
| 2020 | 76,7 anos |
| 2030 | 78,6 anos |
| 2040 | 79,9 anos |
| 2050 | 80,7 anos |
| 2060 | 81,2 anos |
- Fonte: IBGE
A população brasileira deve começar a diminuir em 2043, segundo a projeção. o estudo projeta a população total do Brasil em 201 milhões de habitantes em 2013, atingindo 212,1 milhões em 2020, até alcançar o máximo de 228,4 em 2042. A partir de então, o número deve começar a cair, atingindo o valor de 218,2 em 2060, o mesmo projetado para 2025.
De 2042, quando o contingente populacional atingirá seu ápice, com 228 milhões de pessoas, até 2060, ano em que haverá 218,1 milhões de habitantes no Brasil, o país perderá 10,1 milhões de habitantes. O número chega próximo à perda de uma cidade de São Paulo. Segundo o Censo de 2010, a capital paulista tem 11,2 milhões de habitantes.
Segundo os dados do estudo, os idosos no Brasil deverão representar 26,7% da população (25,6 milhões de idosos para uma população de 106 milhões de pessoas), em 2060. Os dados do estudo, baseados no Censo Demográfico 2010, projetam o percentual em 2013 para 7,4% de idosos (6,3 milhões de idosos em um população de 99,3 milhões de pessoas).
Migração
Segundo a projeção, as maiores perdas de população, em 2030, serão na Bahia e no Maranhão. Por outro lado, os maiores ganhos populacionais serão de Santa Catarina, São Paulo e Goiás, seguindo a tendência observada nos últimos anos.
Para o pesquisador Gabriel Borges, um dos responsáveis pelo estudo de projeção populacional, mesmo com a diminuição do fluxo em determinados estados, os números continuam importantes.
"Há muitos fatores para as pessoas migrarem, mas de forma geral, a maior parte dos fluxos se dá pelo aspecto de desenvolvimento econômico. As pessoas vão em busca de oportunidades de trabalho", explica ele.
De acordo com as projeções para a migração internacional, o percentual de pessoas que sairá do país vai aumentar até 2020, quando atingirá 0,001 da população. A partir de então, a taxa vai cair até 2035, quando o percentual será o mais baixo desde o ano 2000, em torno de 0,0002.
Cada ano aumenta a população no Brasil que não vê grande perspectiva de futuro de boas condições de vida tanto na educação ,saúde e habitação, os centros urbanos no Brasil possuem um cotidiano de guerra urbana com muita violencia humana e policial, por falta de controle de natalidade e educação anticoncepcional, o que leva e força os governos a construirem cada vez mais presidios (que já estão lotados) porque o excesso de necessidades humanas não atende a escassez de trabalho e qualificação.
Pará é o 9º entre Estados mais populosos do país
O Pará é o 9º Estado mais populoso do Brasil, com 7.969.654 habitantes de uma população total de 201,03 milhões de brasileiros em 2013, ou 1,79 milhão a mais que no ano passado. A população brasileira cresceu 0,9%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes a junho deste ano e publicados ontem no Diário Oficial da União.O IBGE divulgou as estimativas de população para os 26 Estados mais o Distrito Federal e para os mais de 5.000 municípios do país. Os números são levantados segundo estimativas baseadas no Censo 2010. São Paulo é o Estado mais populoso do país, com 43,6 milhões de habitantes; seguido por Minas Gerais, com 20,5 milhões de residentes e Rio de Janeiro, com 16,3 milhões de pessoas.Os demais estados mais populosos que o Pará são: Bahia, com 15 milhões de habitantes; Rio Grande do Sul 11,1; Paraná, 10,9; Pernambuco 9,21; e Ceará com 8,78 milhões. Maranhão com 6,79 milhões, Santa Catarina com 6,63 milhões e Goiás com 6,43 milhões completam a faixa de estados com mais de cinco milhões de habitantes.De acordo com o levantamento, em 2042, a população brasileira atingirá seu tamanho máximo, de 228,4 milhões. A redução do ritmo de crescimento nos próximos 30 anos e a queda da população a partir daí são reflexos principalmente da queda de taxa de fecundidade. Se hoje a média de filhos por mulher é 1,77, em 2030 será 1,5.Em 2030 o Pará deverá ter uma população de 9.321.910 habitantes, ou seja, crescerá mais de 1,3 milhões de pessoas em 17 anos, apresentando um dos mais acentuadas ritmos de crescimento populacional do país neste período.CrescimentoPara se ter uma ideia, a Bahia que vem apresentando crescimento acentuado nas últimas décadas tem previsão de aumentar em 819 mil pessoas sua população. O Ceará em 786.725 neste período, 904.245 no Pernambuco, Paraná com pouco mais de 1 milhão e Rio Grande do Sul com a menor taxa entre estes estados: 378.905 pessoas.Mais de 4,4 milhões deste total populacional em 2030 será composto por pessoas entre 20 e 50 anos, considerada população economicamente ativa. Ou seja, será necessário o crescimento econômico do tamanho do crescimento populacional neste período de 17 anos.Para a presidente do IBGE, Wasmália Bivar, a mudança do perfil da população brasileira de uma nação jovem para um país de idosos é um desafio para o governo e a sociedade. Segundo ela, a queda da taxa de fecundidade, aliada ao aumento da expectativa de vida da população provoca o envelhecimento da população.“Temos que pensar como vamos tratar a questão previdenciária e a questão assistencial. Mas há também a questão do dia a dia, de como se cuida desses idosos, de como as famílias vão se estruturar para cuidar desses idosos”, disse Wasmália.Para ela, a queda da população brasileira a partir de 2042 também levanta a questão de como manter a ocupação de um território tão grande, com um número cada vez menor de habitantes.- As desigualdades de trabalho no Brasil 30 mil X 722,90
Barbosa pede aumento do salário do STF para R$ 30 mil X 722,90 do salario minim0.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, encaminhou nesta quinta-feira, 29, à Câmara dos Deputados projeto de lei que eleva para R$ 30.658,42 o salário dos ministros da Corte. Segundo o projeto, o impacto da proposta será de R$ 598.121,00 no Orçamento do Judiciário.
Atualmente, os ministros ganham R$ 28.059,29. No texto, Barbosa destaca a necessidade de "compensar as perdas sofridas em face do processo inflacionário" entre janeiro de 2012 e dezembro deste ano.O valor requerido é resultante da aplicação do porcentual de 4,06% ao subsídio previsto para vigorar a partir de janeiro do próximo ano (R$ 29.462,25). A Corte lembra que a estimativa do IPCA para 2013 é de 5,8% e o índice já concedido pela lei 12.771, de dezembro passado, é de 5%.O novo valor do salário mínimo deverá ser R$ 722,90. O anúncio foi feito há pouco pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Ela esteve no Congresso para entregar ao presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), a peça orçamentária de 2014. O texto deve ser votado pela Câmara e pelo Senado até o fim do ano. O reajuste passa a valer em 1º de janeiro de 2014.“O novo valor incorpora a regra de valorização do salário mínimo que tem sido uma política importante de alavancagem da renda das famílias no Brasil, que tem nos levado a patamares de qualidade de vida muito superiores”, disse Belchior.
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